NEGPEI – Núcleo de Estudos de Gênero na Política Externa e Internacional
  • NEGPEI convida: 1º Encontro do Ciclo de Palestras do semestres 2025.2

    Publicado em 12/08/2025 às 21:59

     O NEGPEI, Núcleo de Estudos de Gênero na Política Externa e Internacional, convida toda a comunidade acadêmica a participar do primeiro encontro do Ciclo de Palestras organizado pelo grupo ao longo do segundo semestre de 2025.

    O Ciclo de Palestras é formado por uma série de eventos mensais que abordarão temas relacionados aos Estudos de Gênero e Relações Internacionais, como meio ambiente, política externa e segurança internacional. As palestras serão ministradas por pesquisadoras convidadas e mediadas por membros do núcleo.

    O encontro inaugural será ministrado pela Profª Drª Mónica Salomón, líder do NEGPEI e professora no curso de graduação e no programa de pós-graduação em Relações Internacionais da UFSC. O tema a ser debatido é: “Políticas Exteriores Feministas na América Latina”.

    O evento inicial ocorrerá no próximo dia 20 de agosto, às 19:00, de forma online (acesse o link de transmissão pelo QR Code na imagem).

    Informações sobre os encontros podem ser consultadas por meio do site do NEGPEI. Os temas, palestrantes, datas e horários dos próximos encontros serão divulgados ao longo do semestre.

    Data, horário e indicação de leitura do primeiro encontro:

    Políticas Exteriores Feministas na América Latina, com Profª Dra. Mónica Salomón. 20/08, às 19:00.          Salomón, Mónica (2025) “La Política Exterior Feminista de México”, Foreign Affairs Latinoamérica, Vol. 25: Núm. 1, pp. 115-123. Disponível no link.


  • NEGPEI organiza Ciclo de Palestras no semestre 2025.2

    Publicado em 12/08/2025 às 21:00

     O Núcleo de Estudos de Gênero na Política Externa e Internacional (NEGPEI) convida toda a comunidade acadêmica a participar do ciclo de palestras organizado pelo grupo ao longo do semestre 2025.2.

    O ciclo contará com palestras mensais que vão abordar diferentes temáticas sobre os Estudos de Gênero e as Relações Internacionais, como meio ambiente, segurança internacional e política externa. As palestras serão ministradas por pesquisadoras convidadas e serão moderadas pelos membros do núcleo.

    Informações sobre os encontros podem ser consultadas por meio do site do NEGPEI. Os temas, palestrantes, datas e horários de cada encontro serão divulgados ao longo do semestre.


  • Pesquisadora do NEGPEI apresenta pesquisa sobre a Convenção 190 da OIT na América Latina no XIX ENABET

    Publicado em 11/08/2025 às 17:38

    A pesquisadora do NEGPEI, Bárbara Silveira Inácio Rocha, apresentou a pesquisa intitulada “A Convenção sobre Violência e Assédio (C190) da OIT na América Latina: uma análise dos processos de ratificação do Uruguai, Argentina e Equador” no Grupo de Trabalho Relações de Gênero, Raciais e Geracionais no Trabalho no XIX ENABET.

    O objetivo da pesquisa é compreender o papel da Convenção sobre Violência e Assédio da OIT no enfrentamento da violência de gênero na América Latina, a partir dos processos de ratificação realizados no Uruguai, Argentina e Equador. Buscou-se investigar a violência de gênero no mundo do trabalho, o contexto histórico de criação da C190, os avanços por ela propostos e as possíveis mudanças legislativas decorrentes de sua ratificação nesses países. Além das implicações desses processos para a região latino-americana como um todo.

    O Encontro Nacional da ABET (ENABET) ocorreu entre os dias 29 de julho e 2 de agosto, em Florianópolis, sob o tema “Trabalho e direitos no século XXI: cenário de destruição e vias de reconstrução”. A proposta do evento foi reunir reflexões sobre as múltiplas dimensões dos impactos das crises e transformações no mundo do trabalho ao longo das últimas décadas do século XX e seus desdobramentos no século XXI, abordando o aumento das desigualdades sociais, a piora das condições de vida da população trabalhadora e a emergência de lutas e resistências no campo dos conflitos laborais.

    Os anais do evento, contendo o artigo completo, serão publicados em breve.


  • NEGPEI Convida: Conferência Livre de Mulheres na UFSC

    Publicado em 11/08/2025 às 16:43

    O NEGPEI convida para a Conferência Livre de Mulheres na UFSC, que será realizada no dia 12 de agosto, às 18h30, no auditório do Centro Socioeconômico (CSE/UFSC).

    O evento integra as ações preparatórias para a 5ª Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres (5ª CNPM) e tem como objetivo promover um espaço de escuta, diálogo e construção coletiva de propostas voltadas ao fortalecimento das políticas públicas para as mulheres.

    A conferência é voltada a todas as mulheres da comunidade universitária — estudantes, professoras, técnicas, servidoras, terceirizadas, pesquisadoras e demais interessadas — e será aberta ao público, de forma gratuita.

    Informações principais: Data: 12 de agosto (terça-feira) | Horário: 18h30
    Local: Auditório do Centro Socioeconômico – CSE/UFSC
    Inscrição prévia através do formulário: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSd9DlqCO73ESUqiRWOySraw2ym9azLe4MgGHHCkhBtdjXJM5g/viewform

    Por que participar?
    A Conferência Livre é uma oportunidade de exercício da cidadania ativa, onde mulheres podem contribuir diretamente na formulação de políticas públicas a partir de suas vivências, necessidades e propostas. Trata-se de um momento importante para o fortalecimento da democracia e da equidade de gênero em nossa universidade e na sociedade.

    Participar é também uma forma de afirmar que políticas públicas não devem ser pensadas apenas “de cima para baixo”, mas sim construídas coletivamente, com base nas vivências e nas necessidades reais da população. Ao ocuparmos esse espaço, contribuímos com ideias, críticas, demandas e sonhos que podem orientar ações do Estado e ampliar direitos.

    Realização: Instituto de Estudos de Gênero (IEG/UFSC), Cátedra Antonieta de Barros/ UFSC, COMDIM, Governo Federal, Ministério das Mulheres.

    Para mais informações: E-mail estudosdegenero@gmail.com e Instagram @iegufsc.


  • Tese da UFSC (PPGRI & NEGPEI) sobre direitos reprodutivos na América Latina vence prêmio nacional

    Publicado em 31/07/2025 às 18:55

    Este texto foi escrito por Ana Paula Lückman (jornalista da UFSC) e publicado no UFSC Notícias. A versão original pode ser acessada aqui.

    Alessandra Jungs de Almeida defendeu a tese em 2 de agosto de 2024, no Programa de Pós-Graduação em Relações Internacionais. Foto: Divulgação/UFSC

    Movimentos feministas organizados no Sul global são capazes de difundir e trabalhar pela internalização de normas sobre direitos reprodutivos, sem depender predominantemente das estruturas e organizações do Norte global. Essa análise, que desafia a literatura clássica de Relações Internacionais, é uma das principais contribuições da tese “Direitos reprodutivos na América Latina: ativismos transnacionais e a evolução das políticas de legalização e criminalização do abordo na Argentina e no Brasil (2010-2022)”, defendida em 2024 pela pesquisadora Alessandra Jungs de Almeida no Programa de Pós-Graduação em Relações Internacionais da Universidade Federal de Santa Catarina (PPGRI/UFSC). O trabalho foi o primeiro colocado no Prêmio Marcos Costa Lima 2025, promovido pela Associação Brasileira de Relações Internacionais (ABRI).

    Na tese, Alessandra enfatiza a importância de estudar a temática dos direitos reprodutivos sob o ponto de vista do Sul global, não apenas geograficamente, mas a partir de uma posição política e identitária. “Fazer uma pesquisa com um olhar comprometido com o feminismo latino-americano produz uma forma distinta de fazer pesquisa, um olhar que tem também um compromisso político com a realidade vivida”, considera. Isso, ressalta, levando-se em conta as suas disputas históricas travadas no âmbito do feminismo, “entendendo como absurdo o cotidiano das violações de direitos sexuais e reprodutivos, e reconhecendo a experiência concreta de quem vive os impactos da negação desses direitos, como o direito humano de decidir continuar ou não com uma gravidez, e de criar seus filhos em condições dignas”.

    Premiação foi anunciada em 23 de julho de 2025. Foto: Divulgação/UFSC

    Em sua análise, Alessandra observa que os feminismos latino-americanos, como os do Brasil e da Argentina, foram capazes de fazer circular normas sobre o direito ao aborto na região de forma autônoma, sem a necessidade de pressionar instituições do Norte global, contrariando o que as RI chamam de “efeito bumerangue”. “Esses ativismos não precisaram da Commission on the Status of Women da Organização das Nações Unidas (ONU), nem do que as Relações Internacionais chamam de ‘efeito bumerangue’, que é quando se pressiona instituições ou Estados internacionais, não somente, mas especialmente, do Norte global, para que, por sua vez, pressionem os governos argentino e brasileiro. O que observei foi um movimento autônomo, com capacidade de construir redes, articular estratégias e influenciar políticas públicas e externas a partir da própria região”, descreve.

    A metodologia da pesquisa envolveu a combinação de entrevistas com 17 ativistas de organizações e movimentos transnacionais, análise de 770 documentos de fóruns multilaterais – dos quais 249 referem-se a direitos reprodutivos – e análise de discurso de materiais publicados por grupos antiaborto em suas mídias sociais.

    Processo político

    Apesar da histórica força dos movimentos feministas brasileiro e argentino, a situação dos direitos sexuais e reprodutivos na América Latina ainda é bastante restritiva, com poucas vitórias legais recentes, como no Uruguai (2012), Argentina (2020), Colômbia (2022) e México (2023). Alessandra observa que o crescimento do movimento antidireitos é, paradoxalmente, um sinal de que os movimentos feministas estão tendo impacto positivo na direção da conquista do direito. A pesquisadora argumenta que as feministas estão no caminho certo, trabalhando para enfrentar a desinformação, o estigma e para garantir políticas públicas, além de produzir dados que visibilizam violências estruturais. A autora destaca conquistas importantes como a exclusão da expressão “vida desde a concepção” na Constituição brasileira de 1988 e o direito à interrupção da gravidez em casos de anencefalia, ressaltando a crença na capacidade de mudar o processo político. “Entender que essas leis podem ser mudadas faz também parte do processo. Entrevistei ativistas brasileiras há 40 anos nesta luta. Espero que elas vejam essas mudanças. Eu espero que as gerações atuais, a minha geração, continuem essa luta e conquistemos isso com elas. Nós acertamos, ao meu ver, quando não somos fatalistas e vemos o processo político como possível de ser mudado”, reflete.

    O interesse de Alessandra pela temática surgiu do intenso contexto político da década de 2010, marcado pela atuação dos movimentos feministas transnacionais, como o Ni Una Menos, a Greve Internacional de Mulheres (8M) e o movimento Maré Verde pela legalização do aborto, liderado por feministas argentinas. Somou-se a isso a percepção de que esse contexto poderia ser analisado a partir das Relações Internacionais (RI), uma área que, no Brasil, apresentava uma ausência de debates específicos sobre o aborto.

    Alessandra Jungs de Almeida. Foto: Divulgação/UFSC

    “A partir disso, comecei a observar o potencial da área para analisar esses movimentos transnacionais feministas e também sua relação com a política formal. Comecei a questionar, também em resposta direta às provocações da minha orientadora, professora Mónica Salomón, como o Brasil se posicionava sobre o aborto em fóruns de organismos internacionais, como a ONU; como o movimento da Maré Verde, mesmo tendo origem na Argentina, se capilarizava e se localizava em outras cidades, por meio de uma coordenação transnacionalizada e regional; ou ainda como esses movimentos sociais locais se articulavam com dinâmicas internacionais mais amplas, como as disputas feitas pela Igreja Católica questionando o uso do conceito de gênero”, explica Alessandra. Ela defende que é possível pensar as Relações Internacionais fora dos espaços fechados de governo ou organismos internacionais, “mas também a partir das lutas feitas por diversas pessoas em diferentes cidades, que também estão transnacionalizadas e influindo na política internacional e externa”.

    Antifeminismo

    Outra análise que Alessandra desenvolve aponta uma expansão do ativismo transnacional contrário ao aborto, que a pesquisadora situa no escopo mais amplo do movimento antifeminista. “Esse movimento se fortalece justamente em resposta aos avanços dos movimentos feministas. Isso é algo que vemos historicamente”, indica. “Por exemplo, em 1973, quando a decisão Roe v. Wade foi aprovada nos Estados Unidos, legalizando o aborto em nível federal, os contramovimentos começaram a se organizar com mais força. Surgem ali as Marchas pela Vida, inicialmente em Washington. E hoje essas marchas estão presentes em diversas cidades do Brasil, da Argentina, do Peru, do México e sempre com o mesmo discurso: defender a vida desde a concepção. Ou seja, é uma reação direta a um avanço legal e político feminista”, descreve. Para a pesquisadora, o crescimento dos grupos conservadores pode ser sinal de que os movimentos feministas estão tendo êxito na divusão e fortalecimento da norma dos direitos sexuais reprodutivos. “O movimento antiaborto se fortalece como reação, o que revela o impacto causado pelos movimentos feministas”.

    Alessandra admite ter ficado surpresa com o reconhecimento de sua tese como a melhor da área de Relações Internacionais em 2024: em primeiro lugar, por tratar de um assunto socialmente estigmatizado, como direitos reprodutivos e aborto; em segundo, em função do uso de uma perspectiva feminista e sensível a questões de gênero, o que ainda costuma ser ignorado em muitas áreas do conhecimento, “mas de maneira demarcada nas Relações Internacionais”, enfatiza. “A premiação não é uma conquista só minha: ela também tem um significado para quem vem pesquisando aborto e direitos sexuais e reprodutivos em áreas onde o tema ainda é marginalizado”, finaliza.

    Ana Paula Lückman | ana.paula.luckman@ufsc.br
    Jornalista da Agecom | UFSC


  • Pesquisadora do NEGPEI é entrevistada em reportagem e podcast da Revista FAPESP

    Publicado em 09/07/2025 às 16:20

    A edição de julho de 2025 da Revista FAPESP traz uma reportagem especial sobre os dez anos da Lei do Feminicídio no Brasil escrita por Mônica Manir. A matéria reúne entrevistas com diversas pesquisadoras que analisam os avanços e os desafios na implementação da lei.

    Entre as entrevistadas está a pesquisadora do NEGPEI Alessandra Jungs de Almeida, que falou sobre o livro Estudios Feministas de Seguridad desde América Latina y el Caribe publicado pela BU da UFSC e as ações mais recentes do projeto Dados Contra o Feminicídio.

    Leia a reportagem completa aqui: https://revistapesquisa.fapesp.br/lei-do-feminicidio-completa-10-anos/

    Escute o podcast aqui: https://revistapesquisa.fapesp.br/violencia-e-odio-contra-as-mulheres/ 

     


  • NEGPEI apresenta oficina de pesquisa: Softwares de auxílio para análise qualitativa – NVivo

    Publicado em 26/06/2025 às 15:30

    No próximo dia 9 de julho, às 18h, o Núcleo de Estudos de Gênero em Política Externa e Internacional (NEGPEI), apresentará uma oficina de pesquisa sobre o uso de softwares para o auxílio a análises qualitativas, com foco no programa “NVivo”. O evento contará com a participação do pesquisador convidado Gabriel Leonhardt Daroit, do Programa de Estudos Estratégicos Internacionais (PPGEEI/UFRGS).

    A oficina terá transmissão online por meio do link. Mais informações podem ser disponibilizadas pelos membros do NEGPEI através do site do núcleo.


  • NEGPEI apresenta oficina de pesquisa: entrevista como instrumento de pesquisa.

    Publicado em 25/06/2025 às 15:48

    O Núcleo de Estudos de Gênero em Política Externa e Internacional (NEGPEI) convida toda a comunidade acadêmica a participar da oficina de pesquisa sobre o uso de entrevistas como instrumento de pesquisa, a qual será ministrada pela pesquisadora do NEGPEI, Alessandra Jungs de Almeida.

    O evento ocorrerá no dia 10 de julho, às 11h, e está aberto a toda comunidade acadêmica da UFSC. A transmissão será disponibilizada pela plataforma Zoom a partir do link.

    Para mais informações, entrar em contato por meio do site do NEGPEI.


  • NEGPEI na Revista Lüvo: Contribuições para os Estudos Feministas de Segurança

    Publicado em 16/06/2025 às 14:11

    Recentemente foi publicado o vol. 12 da Revista Lüvo, marcando os 25 anos da agenda paz, mulheres e segurança. A revista é uma publicação da Fundación Lüvo — uma coletiva feminista antirracista com sede em Bogotá e Montréal. A revista se dedica à circulação de reflexões, experiências e produções acadêmicas, artísticas e ativistas que dialogam com perspectivas feministas, decoloniais e antirracistas sobre paz, segurança, violências e resistências. Esta edição reúne contribuições de pesquisadoras, ativistas e artistas de diversas partes do mundo, abordando temas como as lutas das mulheres curdas, a resistência em Myanmar, a agenda Mulheres, Paz e Segurança, os impactos da guerra na Ucrânia, e reflexões sobre segurança, memória e justiça.

    Nesta edição, a pesquisadora Alessandra Jungs de Almeida, do Núcleo de Estudos de Gênero na Política Externa e Internacional (NEGPEI/UFSC), e Priscyll Anctil Avoine publicaram o texto “Thinking and Resisting from Abya Yala: Collective Contributions to Feminist Security Studies“. O texto apresenta uma reflexão sobre como pesquisadoras feministas das Américas vêm construindo, de forma coletiva, saberes e práticas críticas no campo dos Estudos Feministas de Segurança, a partir de olhares enraizados nas realidades do Sul Global.

    A revista está disponível gratuitamente no site da Fundación Lüvo: www.fundacionluvo.org e o texto pode ser lido aqui.


  • Profª. Dra. Mónica Salomón publica artigo em coautoria na Revista Contexto Internacional

    Publicado em 28/05/2025 às 15:04

    A coordenadora do NEGPEI, Profª Dra. Mónica Salomón, em coautoria com o mestrando Luis Gustavo de Araújo Zimmer, publicou o artigo intitulado “‘Brazil is a Christian and Conservative Country with Family as its Foundation’: The Role of Defender of the Faith in Bolsonaro’s Foreign Policy” na revista Contexto Internacional.

    No texto, os autores buscam ilustrar a atuação da política externa do governo Bolsonaro, por meio de dois conjuntos de iniciativas que representam mudanças drásticas nas posições diplomáticas brasileiras: o apoio a Israel na votação das resoluções da ONU sobre o conflito israelo-palestino e a mudança de posições progressistas para conservadoras nas discussões sobre direitos de gênero em espaços multilaterais.

    O texto completo para leitura já está disponível. Acesse pelo link.